Entrevista exclusiva com Anderson F. Luciano para Decisor Brasil 
anderson.luciano@aflconsultores.com.br

Reforma Tributária: por que as empresas ainda não estão preparadas, segundo quem viveu a virada de 2002

Anderson F. Luciano, fundador e CEO da AFL Consultores e Associados, que atuou na área tributária de multinacionais como Danone, Motorola, Votorantim e KPMG, explica por que a unificação dos tributos vai além do fiscal — e por que o split payment pode comprometer o fluxo de caixa de companhias.
A Reforma Tributária brasileira, que deve entrar em vigor a partir de 2027, promete unificar tributos como PIS, COFINS, ICMS e ISS em um novo modelo de IVA. Mas, segundo Anderson F. Luciano, que acumula mais de 30 anos de atuação na área tributária de multinacionais como DanoneMotorolaVotorantim e KPMG, e hoje é CEO da AFL Consultores, consultoria com mais de 20 anos de mercado, o impacto real dessa mudança ainda está longe de ser compreendido pela maioria das empresas — e pela sociedade em geral.

Em entrevista exclusiva, Anderson compara o momento atual à transição do PIS/COFINS para a não cumulatividade em 2002 — um episódio que já gerou reprecificação em massa e perda de margem em empresas despreparadas. Segundo ele, dessa vez o impacto será muito maior, porque a reforma atinge todas as empresas, sem exceção, e muda desde a forma de tributação até o fluxo de caixa das companhias, com o chamado *split payment*.

Confira a entrevista completa a seguir:
Anderson, você viveu de perto os bastidores tributários de diversas empresas. Por que, na sua visão, o impacto real da Reforma Tributária ainda está tão fora do radar, tanto das empresas quanto da sociedade em geral?

Eu vivi de perto uma mudança parecida em 2002, quando o PIS/COFINS deixou de ser cumulativo. Naquele momento houve um impacto gigantesco na economia: as empresas precisaram reprecificar seus produtos por causa da mudança tributária, e quem não estava preparado pagou o preço, repassando o custo para o consumidor via inflação ou absorvendo o custo e perdendo margem.

Se uma mudança em um único tributo já provocou esse tamanho de dano econômico, imagine o que acontece quando todos os tributos sobre o consumo são unificados de uma vez. Por isso eu sempre digo: a Reforma Tributária não é uma reforma apenas de impostos, é uma reforma econômica. Ela muda a lógica da tributação, passa a cobrar no destino e não mais na origem, e substitui PIS, COFINS, ICMS, ISS e IPI por CBS e IBS, tudo ao mesmo tempo.

O tamanho dessa mudança vai ser muito maior do que o de 2002. Ela vai atingir todas as esferas da economia e a forma como as empresas fazem negócio. Nós temos construído cenários para os nossos clientes, e mesmo dentro do nosso portfólio, que é apenas uma amostragem do mercado, já vemos casos de impacto gigantesco. Se isso acontece nessa pequena parcela, imagina no Brasil inteiro. Isso vai mudar profundamente a forma como as empresas trabalham, e a maioria ainda não está preparada.

Comparando com 2002, o Brasil está mais preparado hoje?

Na minha leitura, o Brasil não está mais preparado, pelo contrário: a mudança agora é bem maior, por dois motivos. Primeiro, pela amplitude: estamos falando da reformulação de todo o sistema tributário sobre o consumo, não de um tributo isolado. Segundo, porque as empresas vão ter que operar com dois sistemas ao mesmo tempo durante a sua transição, o modelo atual e o novo, convivendo lado a lado por anos. Estruturar essa convivência é um desafio de gestão que poucas empresas dimensionaram corretamente.

Quais setores da economia serão mais impactados?

Vejo que todas as empresas vão sentir esse impacto, sem exceção. Essa é a grande diferença em relação a 2002, quando só as empresas do lucro real foram afetadas. Desta vez a reforma muda a precificação, muda a forma de tomar crédito e reformula a sistemática inteira, atingindo todas as empresas.

As empresas já estão se preparando, ou ainda não se deram conta do impacto?

Poucas empresas estão realmente preparadas. Tenho convicção de que muitas empresas vão chegar à virada do ano com a forma de tributar e de negociar créditos tributários completamente alterada, sem noção real do que vem pela frente.

Como a unificação de tributos e o novo modelo de IVA podem afetar preços, investimentos e competitividade no médio e longo prazo?

Pelo que vejo, isso vai mexer com preço, com margem e com decisão de investimento. Deslocar a tributação para o destino é uma mudança estrutural e profunda, e, difícil implementar em um país continental como o Brasil. É muito difícil colocar todos os estados em condições iguais.

A questão é mais profunda do que parece, e sempre defendi que era necessária uma simplificação tributária: todos os países desenvolvidos, Europa e Estados Unidos incluídos, têm sistemas mais claros, mais transparentes e mais simples do que o nosso, e o Brasil precisava caminhar nessa direção. O problema é que essa transição vai ser dolorosa, porque a desigualdade entre estados e municípios é grande.

Fala-se muito no fundo de compensação para os estados, o Fundo de Desenvolvimento Regional, mas os próprios números já mostram que este fundo não chega perto de suprir a necessidade real desta mudança.

No futuro, essa mudança pode trazer equilíbrio entre os estados, ou vai aprofundar as desigualdades regionais?

Na minha visão, a reforma vai na direção certa, mas sozinha ela não resolve. Precisa vir um mecanismo financeiro adicional, além da parte tributária, para colocar os estados em condições realmente iguais. Se você olhar só pelo viés fiscal, o que leva uma empresa a investir num estado diferente de onde está o consumo? A concentração de consumo é muito alta no Sudeste e no Sul; existem outras regiões relevantes, mas a maior parte do volume de consumo está concentrada nessas duas regiões.

Pela lógica mais simples, bastaria às empresas se instalarem onde está o consumidor. Mas o país também precisa gerar emprego em todo o território, e isso exige uma política de compensação regional bem desenhada, com linha de crédito e financiamento direcionado, não apenas o critério do consumo.

Na Europa existem benefícios tributários específicos para atrair empresas para regiões menos favorecidas. O Brasil vai precisar de incentivos regionais equivalentes. Não dá para simplesmente decretar “acabou a guerra fiscal, agora todo mundo está em condições iguais”, isso é simplista demais. Os estados vão ter que se reinventar e buscar outras formas de atrair investimento: linha de crédito, financiamento, incentivo à instalação de fábricas. Tenho certeza de que esses mecanismos vão surgir nos próximos anos.

Há exemplos práticos disso?

Existem vários exemplos, e vejo isso constantemente no dia a dia dos nossos clientes. Hoje já temos empresas instaladas em estados diferentes de onde está o consumo do produto justamente por razões tributárias, sendo o mais claro deles a Zona Franca de Manaus. Você vê o mesmo movimento no Nordeste, no Centro-Oeste e até no Sul.

Esse tipo de lógica deve continuar, com os estados buscando esse equilíbrio por outros caminhos. Mas não dá para imaginar que todas as empresas vão simplesmente migrar para onde está o consumo, o Brasil é grande demais para isso, e questões de logística, cultura e geopolítica territorial também influenciam essa decisão. O que vai equilibrar melhor as regiões é investimento em infraestrutura e logística, qualificação de mão de obra local e um uso mais estratégico do próprio Fundo de Desenvolvimento Regional, em vez de depender só da isenção fiscal.

Quais são os principais erros que as empresas estão cometendo nesse período de transição para a Reforma Tributária?

O maior erro é de entendimento. Não estamos falando da mudança de um tema pontual, muda toda a sistemática tributária. Quem não perceber a profundidade dessa mudança vai sentir no preço ou na margem, disso eu tenho certeza.

Vejo muitas empresas tentando simplesmente replicar o modelo atual, aplicando a lógica do PIS/COFINS ou do ICMS de hoje como se fosse igual à não cumulatividade do novo sistema. Mas não é assim que funciona, e essa simplificação equivocada vai gerar erros relevantes.

Esses erros podem gerar um efeito cascata para a economia como um todo?

Sem dúvida, e o principal risco estrutural está no fluxo de caixa. Hoje, o imposto é apurado num mês e recolhido só no mês seguinte, e muitas empresas usam esse intervalo como capital de giro.

Com o split payment, a lógica muda: o valor do tributo é segregado no momento do próprio pagamento, e vai direto para o Fisco, sem passar pelo caixa da empresa. Esse intervalo que hoje sustenta parte da operação simplesmente deixa de existir. Tem empresa que recolhe R$ 300, R$ 400 milhões de impostos por mês. Imagine esse volume sendo retido automaticamente na transação, em vez de ficar disponível até o vencimento do imposto. É uma mudança profunda na gestão de caixa, e a maioria das empresas ainda não dimensionou esse impacto. Tenho certeza de que vão sentir.

Em ano eleitoral, essa reforma representa uma oportunidade ou um risco para a competitividade do Brasil no cenário internacional?

Trabalho na área tributária há mais de 30 anos, e desde o primeiro dia eu já ouvia falar em reforma tributária. Não é bandeira de governo A ou governo B, foi pauta de várias gestões ao longo do tempo. Que precisava ser feita, não há dúvida.

Mas, na minha avaliação, a forma como foi conduzida, e o momento escolhido, não foram os mais adequados. Faltou primeiro uma reforma da Previdência mais profunda, mais significativa do que a que tivemos, além da administrativa e da política, que nunca saíram do papel. Só depois disso é que deveríamos ter enfrentado a questão tributária. O Brasil optou pelo caminho mais fácil, e isso tira a margem de manobra do governo: a arrecadação precisa continuar sustentando a máquina pública, então não sobra espaço fiscal para ousar nos ajustes necessários.

A história mostra que, quando se escolhe o caminho mais fácil, quem acaba assumindo esse custo é o setor privado.

O que podemos esperar dos próximos anos com esse cenário?

No início, teremos dificuldade operacional e perda de margem, porque é uma mudança estrutural, não um ajuste pontual. Com o tempo, tende a ficar mais claro e mais simples, o governo também vai se adaptando aos poucos, e acredito que boa parte dos regimes especiais e isenções setoriais que ficaram de fora da reforma tende a ser eliminada com o tempo. Só aí se chega a uma normalidade de fato.

Por isso não vejo essa reforma como um impacto restrito a 2027 ou 2028. Ela deve se consolidar ao longo dos próximos 5, 10, 15 anos, já que o cronograma oficial de transição vai até 2033.

Quais desafios específicos podemos esperar?

Os principais desafios que eu vejo são o entendimento da nova sistemática, a reprecificação e a comparação entre o que a empresa paga hoje e o que vai pagar no novo modelo. Setores de serviços tendem a ter carga tributária mais alta. Já setores industriais com cadeias longas de fornecedores tendem a se beneficiar da maior eficiência de crédito. Isso ainda está se desenhando, e vai exigir bastante trabalho de análise de cada empresa.

Ainda há tempo para o governo ou as empresas fazerem ajustes antes da virada da Reforma?

Sim, ainda existe margem para reestruturações. Até hoje a alíquota final não foi fechada, ainda são estimativas que dependem de calibragem ao longo da transição, e a margem para ajustar é pequena, porque os estados precisam garantir sua arrecadação e não podem calcular errado.

Existe uma lentidão grande do Estado em fechar pontos essenciais, como a alíquota final e as regras completas do split payment, e ainda faltam vários atos infralegais e resoluções do Comitê Gestor nesse processo. Some a isso o fato de a reforma caminhar em paralelo com o período eleitoral: seja qual for o resultado, o próximo governo vai precisar fazer ajustes e recalibrar o modelo. Essa falta de transparência e de definição atrapalha diretamente o setor privado, que não consegue se preparar direito. Por outro lado, ainda existe tempo para as empresas entenderem o real impacto e se prepararem para esta mudança. O tempo passa, e o desafio só cresce.

Para encerrar: qual mensagem você deixaria para as empresas nesse momento de transição?

O recado central é claro: a transição já está em curso. Desde o início de 2026, as empresas precisam ajustar cadastros, sistemas, documentos fiscais e rotinas de apuração. Por isso, preparar-se vai muito além de calcular a futura carga tributária. É preciso repensar a operação de ponta a ponta, envolvendo fornecedores, clientes, contratos, formação de preços, margens, créditos, fluxo de caixa, classificação tributária, sistemas e responsabilidades internas.

Esperar até 2027 para mapear os impactos significa reagir quando a mudança já estiver comprometendo o negócio. O momento certo para construir cenários, mensurar efeitos, testar sistemas e definir estratégias é agora.

Quem postergar essa adaptação ficará mais vulnerável a impactos no faturamento, nos preços e nas margens, além de colocar em risco a própria continuidade da operação. Já as empresas que só agirem quando não houver mais margem de manobra correm o risco de perceber, tarde demais, que o custo da falta de preparo começou muito antes de 2027.

Revisão PIS/COFINS

Análise detalhada dos créditos e débitos de PIS e COFINS para identificar oportunidades de recuperação e otimização tributária, garantindo o correto enquadramento conforme a legislação vigente.

Por que é importante? Empresas pagam PIS e COFINS proporcional ao seu faturamento, porém deixam de aproveitar créditos permitidos por lei e jurisprudências administrativas, impactando diretamente o fluxo de caixa. Com a iminente extinção do PIS/COFINS devido à Reforma Tributária, é crucial agir agora para evitar a perda de valores a restituir. 

Como a AFL pode ajudar? AFL desenvolve uma Análise fiscal e financeira ágil e estratégica para recuperar valores, reduzir custos e fortalecer o fluxo de caixa, com total conformidade legal.

Revisão IRPJ/CSLL

Verificação da apuração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), garantindo que sua empresa apure e recolha corretamente, bem como aproveite todos os incentivos e benefícios fiscais aplicáveis.

Por que é importante?
O IRPJ e a CSLL representam uma carga tributária significativa. Erros na apuração, classificação, dedução ou adição, podem gerar pagamento indevido de impostos ou riscos de autuação fiscal.

Como a AFL pode ajudar? AFL aplica um método rigoroso e tecnologia própria com Inteligência Artificial para identificar economias tributárias, assegurar conformidade legal e reduzir riscos com eficiência superior.

Revisão Previdenciária

Revisão sobre a incidência de encargos previdenciários, com foco na correta incidência das contribuições previdenciárias e possíveis créditos recuperáveis. 


Por que é importante?
Encargos recolhidos indevidamente representam custos desnecessários, oneram sua operação e reduzem a margem da sua empresa.

Como a AFL pode ajudar? AFL realiza análise previdenciária rigorosa para assegurar conformidade legal, identificar pagamentos indevidos e aprimorar procedimentos.

Planejamento ICMS

Estratégias personalizadas para otimizar a carga tributária do ICMS, considerando regimes especiais, benefícios fiscais, planejamento tributário, monetização de crédito acumulado e oportunidades de recuperação de créditos.

Por que é importante?O ICMS é um dos tributos mais complexos do Brasil. Regras variam entre UF, e o mau aproveitamento de benefícios pode gerar perdas significativas. Com a Reforma Tributária em andamento, agir agora é fundamental para evitar prejuízos futuros. Ao otimizar a gestão do ICMS, nossa solução não só reduz a carga tributária, mas também melhora o fluxo de caixa e a liquidez financeira da sua empresa.

Como a AFL pode ajudar? AFL desenvolve estratégias personalizadas de ICMS para reduzir a carga tributária, recuperar créditos e garantir conformidade legal.

Levantamento e Recuperação de Créditos Tributários

Identificação de tributos pagos indevidamente ou a maior, promovendo a recuperação de créditos de forma segura e fundamentada, seja via compensação ou restituição.

Por que é importante? Muitas empresas deixam de recuperar tributos pagos indevidamente, o que significa perda de dinheiro que poderia ser reinvestido no negócio. 

Como a AFL pode ajudar? AFL utiliza tecnologia avançada e metodologia segura para mapear oportunidades tributárias, classificar riscos e embasar decisões com máxima segurança e eficiência econômica.

Planejamento Fiscal e Tributário

Análise estratégica da estrutura fiscal da sua empresa para propor soluções legais que tragam economia e segurança tributária.

Por que é importante? Um planejamento bem estruturado reduz custos e previne riscos fiscais, garantindo assertividade na tomada de decisões.

Como a AFL pode ajudar? AFL desenvolve estratégias tributárias com Inteligência Artificial para reduzir a carga tributária e orientar decisões com base em dados e impacto real.

→ Malha Logística Tributária: análise da carga tributária associada à localização das operações logísticas para otimização de custos fiscais e redução de impactos tributários.
Por que é importante? A localização das operações é um fator crítico para reduzir a carga tributária, já que diferentes estados oferecem benefícios de ICMS e regimes especiais variados. No entanto, como a Reforma Tributária deve extinguir ou modificar muitas dessas vantagens regionais, é essencial revisar sua malha logística e fiscal imediatamente para aproveitar os incentivos atuais de forma segura.
Como a AFL pode ajudar? AFL realiza estudo tributário comparativo das operações interestaduais para orientar decisões estratégicas e reduzir a carga tributária da cadeia logística, com total segurança legal.

Alteração de Regime Tributário

Avaliação e suporte na migração entre regimes tributários (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real) para oferecer a opção mais vantajosa para sua empresa.

Por que é importante? Avaliação e suporte na migração entre regimes tributários (Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real) para oferecer a opção mais vantajosa para sua empresa.

Como a AFL pode ajudar? AFL realiza estudo tributário detalhado para identificar o regime mais eficiente, reduzir a carga tributária e aumentar a lucratividade, com suporte de Inteligência Artificial e expertise jurídica sempre atualizada.

Regimes Especiais e Benefícios Fiscais

Apoio na obtenção de regimes especiais e incentivos fiscais, como isenções, suspensões, reduções de base de cálculo e créditos presumidos, conforme a legislação vigente ou por meio de negociações com a Administração Pública.

Por que é importante? Muitas empresas desconhecem ou não sabem como acessar benefícios fiscais que poderiam reduzir significativamente seus custos.

Como a AFL pode ajudar? AFL desenvolve estratégias tributárias personalizadas, com sistema próprio e Inteligência Artificial, para reduzir a carga tributária e orientar decisões estratégicas com base no impacto real.

→ Leia do Bem: assessoria na obtenção de incentivos fiscais da Lei do Bem para empresas que investem em inovação e desenvolvimento tecnológico.
Por que é importante? Empresas que investem em inovação podem reduzir significativamente sua carga tributária, mas muitas desconhecem os critérios para obter os benefícios.
Como a AFL pode ajudar? AFL assessora integralmente a aplicação da Lei do Bem, com suporte técnico e jurídico para comprovação de investimentos em P&D, assegurando conformidade legal, redução tributária e maximização do retorno financeiro em inovação.

→ Reintegra: apoio na solicitação e gestão do benefício fiscal Reintegra, que permite a recuperação parcial de tributos incidentes sobre exportações.
Por que é importante? Empresas exportadoras podem recuperar parte dos tributos pagos na cadeia produtiva, melhorando sua competitividade no mercado internacional.
Como a AFL pode ajudar? AFL gerencia integralmente a recuperação de créditos do Reintegra, assegurando conformidade legal, maximização dos valores recuperados e ganho de eficiência fiscal para empresas exportadoras.

Retificação das obrigações acessórias

Correção de erros em declarações e obrigações acessórias, para assegurar a conformidade fiscal e minimizar riscos de autuações.

Por que é importante? Erros em declarações podem gerar autuações e multas desnecessárias, o que compromete o caixa da empresa.

Como a AFL pode ajudar? AFL oferece suporte completo à retificação tributária, assegurando conformidade legal, integridade das informações fiscais e ganho de eficiência operacional.

Anderson Luciano

CEO e Sócio-fundador

Sólida carreira no Tributário, especialista em questões fiscais, contábeis e jurídicas em diversos segmentos de negócios, para redução da carga tributária. São mais de 30 anos de experiência. À frente da AFL, Anderson acompanha de perto cada projeto, garantindo que todas as soluções passem pelo seu olhar estratégico.